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4May/071

Vencedor de ‘Aprendiz 4 – O Sócio’ ganhará R$ 1 milhão

Aprendiz 4 - O Sócio - Roberto JustusO primeiro episódio do Aprendiz 4 - O Sócio, que foi ao ar no dia 03 de maio, mostrou como foi realizado o processo de seleção dos 16 candidatos aprovados para a etapa seguinte. Roberto Justus contou com uma equipe de assessores que selecionou entre mais de 28 mil inscritos aqueles que seriam entrevistados. E através das entrevistas Roberto Justus selecionou 16 candidatos.

No próximo episódios de Aprendiz 4 - O Sócio Roberto Justus e seus conselheiros avaliarão os candidatos. Serão 16 programas, sendo um candidato eliminado por programa. Ao final restará um único vencedor que receberá nada menos que R$ 1 milhão para abrir um negócio em sociedade com Roberto Justus.

Nada mal começar um negócio com um capital de R$ 1 milhão, mesmo tendo Roberto Justus como sócio majoritário. Sim, Roberto Justus ficará com 51 % do negócio a ser criado pelo vencedor do programa. Nada mais justo para o Roberto Justus, sem querer fazer trocadilho.

Que vença o melhor!

6Apr/071

Diego Alemão Johnny Bravo conquista o Brasil

Mostrando seu lado mulherengo desde o início do Big Brother Brasil, o então candidato Diego foi comparado ao personagem Johnny Bravo. E olha que a comparação partiu de ninguém menos que o próprio Pedro Bial. Diego não se fez de rogado e mostrou por completo a que veio. O triângulo amoroso Diego-Íris-Fani rendeu muitos pontos no IBOPE, e acredito foi um dos responsáveis pela vitória de Diego.

Não sei porque a comparação com o Johnny Bravo caiu no esquecimento e Diego passou a ser chamado por todos de Alemão. Sendo que paredão após paredão o Diego Alemão foi eliminando todos os concorrentes.

Porém agora em uma grande jogada de marketing o Cartoon Network encontrou uma maneira de promover sua personagem de desenho animado Johnny Bravo. Como? Simples, com um vídeo no qual a personagem Johnny Bravo diz ser uma versão melhorada do Diego Alemão.

20Mar/070

Hoje é dia de eliminação no Big Brother Brasil

Big Brother Brasil

Já se vão 7 anos que este fenômeno mundial perdura aqui no Brasil e o Big Brother Brasil continua fazendo sucesso, passa ano, entra ano.

Em cada uma de suas edições, um grupo de até 16 pessoas ficam confinadas em uma bela casa, apenas disputando a graça do público brasileiro, sem fazer absolutamente nada, a não ser brigar. Há os que dizem que estão lá pelo dinheiro, outros por uma oportunidade, outros para “serem eles mesmos”, mas a verdade é que todos estão ali para ter os seus 15 minutos de fama, que nesse caso duram 3 meses para os mais sortudos.

O ser humano sempre teve curiosidade de espiar a vida humana, principalmente nos momentos mais mórbidos dela. Antigamente, os enfermos tinham toda uma platéia que ficava dias, semanas ou meses ao lado da cama do doente até ele morrer; a morte era assistida. Hoje as brigas e intrigas são o alvo da atenção do público, e você nem precisa sair de casa.

É, o ser humano é estranho. Mas o brasileiro, para mim, é um ser mais estranho ainda. Idolatra a pobreza, mas reclama dela; prefere os valentões, mas morre de medo da violência; premia os burros, mas luta pela educação. Eu não entendo. Reparem bem quem foram os vencedores das últimas edições do Big Brother Brasil e vocês vão entender o meu ponto de vista.

Pegando ainda o exemplo do BBB, essa predileção por um “macho alfa” (como a Revista Veja o denominou), nessa edição, me irrita. Como pode alguém tão pretensioso como o Diego, vulgo “Alemão”, ganhar preferência nacional? Um indivíduo que arranja confusão, tem pose de boçal, anda quase nu (quando não fica totalmente nu) pode vencer mulheres com verdadeiras qualidades? Não entendo.

Às vezes acho que é realmente tudo manipulação da Globo pela audiência, como muitos dizem por aí. Provavelmente é isso mesmo. Prefiro acreditar que o Brasil não é o país dos burros, dos valentões e somente dos pobres. Prefiro pensar que existem muitos aí que queiram ser pessoas que lutam para melhorar o país e fazê-lo crescer. O Brasil tem muita coisa boa, muita gente inteligente, muita gente empreendedora. Só precisamos dar mais valor e mais mídia a elas também (não apenas aqueles programas de domingo de manhã, quando todos estão dormindo).

Prefiro acreditar que um "paredão", onde o rival do “macho alfa” Alberto Cowboy – que, aliás, é muito mais civilizado - concorre com a símbolo paty Analy (apenas por medo dos outros participantes com a predileção estúpida do Brasil) aconteça apenas na televisão.

Alberto merecia ganhar esse “jogo” pelo simples fato de ser um dos únicos civilizados e honestos com seus (e dos outros) sentimentos e atitudes, sem precisar levantar a mão, soltar palavrões ou ficar pelado para ganhar popularidade.


Big Brother: Traições à Espiritualidade do Cotidiano nos Reality Shows

Mas, como não sou maioria e nem sou a Globo, vamos continuar vendo o estereótipo do machão que coça o saco e cospe no chão saindo da casa mais badalada do Brasil com uma bolada de R$ 1 milhão. Ai, ai, meu Brasil!